PPR Agressivo, o Nº1 em Portugal!

“O fim do ano de 2019 foi marcado pela recuperação dos mercados face a 2018 e, de uma forma geral, pelos retornos positivos em várias frentes. Este cenário proveitoso também bafejou o universo dos fundos PPR comercializados em Portugal, que registaram rendibilidades positivas no ano passado. Assim, apresentamos-lhe aqui quais destes produtos destinados à reforma, de entidades associadas da APFIPP, se destacaram em 2019 pelo retorno obtido.

 

Neste artigo iremos adotar o Indicador Sintético de Risco e Remuneração (ISRR), critério que a APFIPP aplica para a classificação dos fundos, para segmentar a análise. Este indicador reflete a política de investimentos que cada fundo está a seguir com base das rendibilidade e volatilidade registadas nos últimos anos de atividade.”

 

(…)

 

“Não podemos deixar de reparar que, de resto, é neste grupo que se encontram os fundos PPR que obtiveram os melhores resultados do ano passado - mais até do que no maior nível de ISRR registado. Os dois fundos (com dados disponíveis à data da publicação) classificados com o nível cinco são ambos ultrapassados por determinados pares do grupo anterior.”

 

O PPR Agressivo obteve uma valorização de 15,02%, até à data do artigo, colocando em primeiro lugar no nível cinco de ISRR, valores muito acima da média dos restantes fundos analisados.

 

E ainda …

 

O PPR Moderado obteve uma valorização de 8,62%, colocando-o em segundo lugar no nível três de ISRR.

 

O PPR Ativo obteve uma valorização de 12,83%, posicionando-o em quinto lugar no nível quatro de ISRR.

 

“De notar ainda que, no universo contemplado de fundos PPR, não existem produtos classificados com nível seis ou superior de ISRR. Este dado pode ficar a dever-se ao facto da generalidade destes produtos, enquanto soluções destinadas à reforma num país com pouco apetite pelo risco na abordagem aos investimentos, assumirem uma política tendencialmente conservadora. Também de realçar que esta análise não inclui a oferta de fundos não associadas da APFIPP.“

 

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Informação adicional:

Artigo publicado in Funds People