A corrida pela Inteligência Artificial está a acelerar. E a Europa arrisca ficar para trás.
No novo artigo de opinião, Pedro Lino analisa a crescente distância entre os Estados Unidos e a Europa no desenvolvimento da Inteligência Artificial, destacando a escala dos investimentos, das valorizações e da ambição das grandes empresas tecnológicas norte-americanas.
Enquanto os EUA concentram capital, talento, infraestruturas e empresas capazes de competir à escala global, a Europa continua condicionada pela fragmentação dos mercados de capitais, pela complexidade fiscal e regulatória e pela dificuldade em financiar e reter empresas tecnológicas de grande dimensão.
Num ciclo em que a IA poderá redefinir a produtividade, a competitividade e o crescimento económico das próximas décadas, Pedro Lino alerta para um risco estrutural: a Europa tornar-se cada vez mais dependente dos grandes grupos tecnológicos norte-americanos.